segunda-feira, abril 3
A morte
Temo ao mesmo tempo não entender a bruma que do passaporte me aparta e afastar-me do aeroporto que me leva para além do Kansas.
Nada do que é útil está hoje aqui comigo. Nada do que é força me apoia nesta luta de benquerença. Perdida, estéril.
Amanhã, sempre amanhã, tenho o Inferno à minha espera. Por isso foco os olhos no que não é essencial. Por exemplo putas.
Eu sou, já agora, as sete pragas do Egipto. Tenho o sonho vão de um mar de sangue à minha volta. Mas ele não volta. E eu tenho medo.
Nada do que é útil está hoje aqui comigo. Nada do que é força me apoia nesta luta de benquerença. Perdida, estéril.
Amanhã, sempre amanhã, tenho o Inferno à minha espera. Por isso foco os olhos no que não é essencial. Por exemplo putas.
Eu sou, já agora, as sete pragas do Egipto. Tenho o sonho vão de um mar de sangue à minha volta. Mas ele não volta. E eu tenho medo.
3 Comments:
É delicioso "ler-te", ainda que seja o título "A morte"...ADN
By , at abril 04, 2006
É delicioso "ler-te" ainda que o título seja "A morte"... ADN
By , at abril 04, 2006
... para além do Kansas existe, se bem me lembro, um arco íris... Aquelas cores podem ser um inferno. Já agoram quantas pragas já gastaste?
By AS, at abril 04, 2006
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... para além do Kansas existe, se bem me lembro, um arco íris... Aquelas cores podem ser um inferno. Já agoram quantas pragas já gastaste?
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