terça-feira, março 28

Olho o céu sem ti e não lhe cato estrelas

Apesar das aparências, e mesmo de alguns factos, sei perfeitamente porque estou contigo. Compreendi, nas tuas ausências, a metáfora da costela de Adão. Se já não sou a surpresa necessária serei ao menos a companhia amigocrática. Olho para ti e só me aparece a palavra 'sempre'.

E se ainda te cheiro de manhã como árvore em construção é porque não concebo em mim os 'ais' de te perder. Olho o céu sem ti e não lhe cato estrelas.

3 Comments:

Apenas uma manobra de publicidade.

A esquerda sorumbática incarnada por louça e Ana gomes chora, de lés a lés, prosa piedosa ante a ralé que se faz explodir em estrepitosa corrida às 77 virgens.
Zurze a esquerda aos pulinhos que as alminhas encomendadas a prestações inspiram-se na pobreza. Se Marx além-tumulo visse os seus émulos tombava de ataque cardíaco. Reza a teoria que os indigentes e sub-nutridos deste mundo, vitimas do capitalismo, travam uma guerra heróica a golpes de homem bomba.
Portanto o crápula suicida faz-se vestir de bolso vazio e equipa-se de pé descalço.
Um pormenor aborrecido.
A teoria de que o terrorismo resulta da pobreza não resiste a qualquer analise. A maioria dos terroristas germina em meios abastados dos países islâmicos mais ricos, tendo muitos deles seguido cursos universitários no ocidente. Note-se que nenhum dos textos emanados da al-qaeda exprime a vontade de combater a pobreza. A fonte do novo terrorismo é essencialmente ideológica: o Islão radical. Para os terroristas islâmicos, o inimigo absoluto é o carácter laico do conceito ocidental dos direitos, conceito esse que está nas origens da tradição liberal. Esta tradição liberal que é o horror dos ocidentais que são adversários da globalização. Os mesmos que se apressam a compreender o terrorismo. Coincidência?

By Anonymous Anónimo, at março 29, 2006  

...estava eu tão "embebida" e deleitada, a pensar se na minha vida deixo gajos sem costela, se ainda penso em algum e digo "sempre", se ainda digo "ais" por perder o manfio amado ou, quanto tempo perco a catar estrelas do ceu, quando de repente, no auge de um comentario de "gaja" de fundo sensivel, me aparece o comentario do "L", meu colega do andar de cima...
Ó "L", vá-se matar, querido... há momentos tão bons que quando se estragam só se merece o baptismo de "testa di cazzo"... bahhh...

By Blogger CotadaEmBolsa, at março 30, 2006  

Bolas que você dá-lhe!...
Já pensou em publicar um livro?
Um abraço

By Anonymous Anónimo, at abril 07, 2006  

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Comments:
Apenas uma manobra de publicidade.

A esquerda sorumbática incarnada por louça e Ana gomes chora, de lés a lés, prosa piedosa ante a ralé que se faz explodir em estrepitosa corrida às 77 virgens.
Zurze a esquerda aos pulinhos que as alminhas encomendadas a prestações inspiram-se na pobreza. Se Marx além-tumulo visse os seus émulos tombava de ataque cardíaco. Reza a teoria que os indigentes e sub-nutridos deste mundo, vitimas do capitalismo, travam uma guerra heróica a golpes de homem bomba.
Portanto o crápula suicida faz-se vestir de bolso vazio e equipa-se de pé descalço.
Um pormenor aborrecido.
A teoria de que o terrorismo resulta da pobreza não resiste a qualquer analise. A maioria dos terroristas germina em meios abastados dos países islâmicos mais ricos, tendo muitos deles seguido cursos universitários no ocidente. Note-se que nenhum dos textos emanados da al-qaeda exprime a vontade de combater a pobreza. A fonte do novo terrorismo é essencialmente ideológica: o Islão radical. Para os terroristas islâmicos, o inimigo absoluto é o carácter laico do conceito ocidental dos direitos, conceito esse que está nas origens da tradição liberal. Esta tradição liberal que é o horror dos ocidentais que são adversários da globalização. Os mesmos que se apressam a compreender o terrorismo. Coincidência?
 
...estava eu tão "embebida" e deleitada, a pensar se na minha vida deixo gajos sem costela, se ainda penso em algum e digo "sempre", se ainda digo "ais" por perder o manfio amado ou, quanto tempo perco a catar estrelas do ceu, quando de repente, no auge de um comentario de "gaja" de fundo sensivel, me aparece o comentario do "L", meu colega do andar de cima...
Ó "L", vá-se matar, querido... há momentos tão bons que quando se estragam só se merece o baptismo de "testa di cazzo"... bahhh...
 
Bolas que você dá-lhe!...
Já pensou em publicar um livro?
Um abraço
 
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