terça-feira, janeiro 17
Porque é que as mulheres engordam (entre outras coisas)
1 - Logo após passado o 'promo', e anunciados os cromos residentes, disse à minha F. que este seria provavelmente o pior 'Prós & Contras' de sempre, um programa que, não raras vezes, ultrapassa a mediania. Não me enganei. E nem era preciso que uma miúda do meu tempo, de nome Clara (verdade, parava o trânsito não só so 'seu tempo' como ainda 'há bem pouco tempo') tivesse chegado ao estado a que desafortunadamente assistimos. Espero, sinceramente, que seja doença. Porque se é desleixo é inadmissível.
2 - A Fátima Campos Ferreira - uma jornalista de evolução fascinante, profissional de grande craveira cujos primórdios não auguravam nada de bom - meteu hoje o pé na poça, com aquele painel desmiolado, tipo 'foi o que se pôde arranjar'. Mas não é isso que eu quero frisar. Reparei, antes do mais, no colo bem tratado, escorreito, pressagiando lisura de tetas (apesar da idade) da Fátima. E isso é - também - jornalisno televisivo. À atenção da Clara, que mais boa era.
3 - Os programas de televisão, quando se metem pela exegese mecânica e pela dialéctica 'Knorr', por mais luminosa que seja a verve (e não foi o caso de hoje), perdem em esclarecimento e em mundividência. É assim como se de uma catarse prozaquiana se tratasse, com produção algures em Castelo de Paiva. É de evitar, numa época em que a televisão formata os comportamentos - quando não os carácteres.
2 - A Fátima Campos Ferreira - uma jornalista de evolução fascinante, profissional de grande craveira cujos primórdios não auguravam nada de bom - meteu hoje o pé na poça, com aquele painel desmiolado, tipo 'foi o que se pôde arranjar'. Mas não é isso que eu quero frisar. Reparei, antes do mais, no colo bem tratado, escorreito, pressagiando lisura de tetas (apesar da idade) da Fátima. E isso é - também - jornalisno televisivo. À atenção da Clara, que mais boa era.
3 - Os programas de televisão, quando se metem pela exegese mecânica e pela dialéctica 'Knorr', por mais luminosa que seja a verve (e não foi o caso de hoje), perdem em esclarecimento e em mundividência. É assim como se de uma catarse prozaquiana se tratasse, com produção algures em Castelo de Paiva. É de evitar, numa época em que a televisão formata os comportamentos - quando não os carácteres.