terça-feira, janeiro 3
As mulheres
Não há nada que me faça mais espécie do que homens que não gostam de mulheres. Nem sequer estou a falar de paneleiros, porque esses têm desculpa, assim nasceram assim ficaram. Estou a falar dos 'hetero' que desprezam uma boa relação com as 'muito-poucas' fêmeas que realmente valem a pena. Ou seja, aquelas com categoria bastante para se virem nos momentos próprios e nos foderem a cabeça nos restantes.
Tenho das senhoras em causa uma ideia persistente: são mais as boas que as más. Quer dizer: a maior parte das gajas têm dó de nós quando é preciso, está-lhes no sangue. Tomam conta, tomam nota. No resto são putas, ou até virgens, mas têm a mesma dose de senso e de piedade que me faz lembrar-lhes as mamas para dois pecados: ou lá deitar a cabeça para debitar canalhices sobre as quais esperamos desculpa ou para iniciar a contento uma relação mais abaixo.
Sem mulheres, meus irmãos, o que seria do Mundo? Uma merda.
Fui criado entre mulheres e vos digo que não me arrependo de nada. Só dos clitoris perdidos ou adiados, das risadas antes do tempo, das tricas e dos sisudos devaneios sobre os homens. São coisa delas.
Por mim, antes que falhe, quero ouvir das tetas o som do amor que não me falhe. Quero ter as pernas bem abertas porque sim. Quero da ideia o amor sincero até à morte. Quero cavalo se tu quiseres cavalgá-lo. Quero a tua mão quando é preciso, o teu abraço para qualquer começo, o teu 'até já' se for para a guerra. Quero um filho teu se for caso disso
E não me contes mais nada.
Tenho das senhoras em causa uma ideia persistente: são mais as boas que as más. Quer dizer: a maior parte das gajas têm dó de nós quando é preciso, está-lhes no sangue. Tomam conta, tomam nota. No resto são putas, ou até virgens, mas têm a mesma dose de senso e de piedade que me faz lembrar-lhes as mamas para dois pecados: ou lá deitar a cabeça para debitar canalhices sobre as quais esperamos desculpa ou para iniciar a contento uma relação mais abaixo.
Sem mulheres, meus irmãos, o que seria do Mundo? Uma merda.
Fui criado entre mulheres e vos digo que não me arrependo de nada. Só dos clitoris perdidos ou adiados, das risadas antes do tempo, das tricas e dos sisudos devaneios sobre os homens. São coisa delas.
Por mim, antes que falhe, quero ouvir das tetas o som do amor que não me falhe. Quero ter as pernas bem abertas porque sim. Quero da ideia o amor sincero até à morte. Quero cavalo se tu quiseres cavalgá-lo. Quero a tua mão quando é preciso, o teu abraço para qualquer começo, o teu 'até já' se for para a guerra. Quero um filho teu se for caso disso
E não me contes mais nada.
1 Comments:
No teu melhor.
Estava com saudades deste tipo de escrita.
Um @bração do
Zecatelhado
By Zecatelhado, at janeiro 04, 2006
