sábado, junho 25
A impressora
Eu olho para Portugal e não vejo. Olho e sinto que preciso de óculos. Tal é o tamanho da nebulosa.
Portugal tem uma vantagem. Há tanta coisa errada que qualquer coisa que se endireite é um benefício nacional. Nem vou começar pelo mais difícil e necessário, que é a educação, a justiça e a saúde. Vamos apenas falar de impressoras.
Lá no meu tasco as impressoras falham dia sim dia sim. Eu explico. O raio dos pechibeques copiadores têm por missão instituída darem-nos em papel arquivável o que o génio e arte de cada um encontrou para reter uma determinada informação relevante.
Podem não crer mas faz parte. Muito do trabalho de pesquisa é encontrar o que importa e retê-lo para melhores dias. Nisso, entretanto, a impressora é amiga. Ou seja, dá-nos à estampa o que precisaremos de consultar no futuro. Adiante.
Ora se o papel não se caga por aquele buraco esconjuro de onde sai a bendita cópia, e se a operação não converte em letra de forma o que se achou na Internet, lá tem de se voltar a fazer tudo de novo. Leva tempo, leva esperança em conseguir. Leva a alma.
Dizem-me que em Cabo Verde, na televisão lá do sítio, usam borracha para limpar escritos a lápis, devido à escassez de papel. E eu aqui a queixar-me de impressoras.
Mas, europeu competitivo, é aqui que eu pergunto: como é que uma empresa que pretende alcançar altos graus de eficiência admite nos seus quadros uma impressora que não trabalha?
A resposta é simples: Portugal, Portugal, Portugal!!
Vão levar na bilha!
Portugal tem uma vantagem. Há tanta coisa errada que qualquer coisa que se endireite é um benefício nacional. Nem vou começar pelo mais difícil e necessário, que é a educação, a justiça e a saúde. Vamos apenas falar de impressoras.
Lá no meu tasco as impressoras falham dia sim dia sim. Eu explico. O raio dos pechibeques copiadores têm por missão instituída darem-nos em papel arquivável o que o génio e arte de cada um encontrou para reter uma determinada informação relevante.
Podem não crer mas faz parte. Muito do trabalho de pesquisa é encontrar o que importa e retê-lo para melhores dias. Nisso, entretanto, a impressora é amiga. Ou seja, dá-nos à estampa o que precisaremos de consultar no futuro. Adiante.
Ora se o papel não se caga por aquele buraco esconjuro de onde sai a bendita cópia, e se a operação não converte em letra de forma o que se achou na Internet, lá tem de se voltar a fazer tudo de novo. Leva tempo, leva esperança em conseguir. Leva a alma.
Dizem-me que em Cabo Verde, na televisão lá do sítio, usam borracha para limpar escritos a lápis, devido à escassez de papel. E eu aqui a queixar-me de impressoras.
Mas, europeu competitivo, é aqui que eu pergunto: como é que uma empresa que pretende alcançar altos graus de eficiência admite nos seus quadros uma impressora que não trabalha?
A resposta é simples: Portugal, Portugal, Portugal!!
Vão levar na bilha!
2 Comments:
Caro Clark,
Que tal fazer um arquivo em formato electrónico (ex: suporte digital)...
Aliás, o "europeu competitivo"(usando as suas palavras) já não usa arquivo em papel!!!:)
By objectiva3, at junho 25, 2005
Objectiva, deve estar a brincar comigo. ISSO NÃO É POSSÍVEL!!!
By clark59, at junho 26, 2005
Comments:
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Caro Clark,
Que tal fazer um arquivo em formato electrónico (ex: suporte digital)...
Aliás, o "europeu competitivo"(usando as suas palavras) já não usa arquivo em papel!!!:)
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Que tal fazer um arquivo em formato electrónico (ex: suporte digital)...
Aliás, o "europeu competitivo"(usando as suas palavras) já não usa arquivo em papel!!!:)
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