sábado, Maio 21

O BOS e as suecas

Tive alguma dificuldade em perceber porque raio queria o BOS que eu explanasse um tema quase mítico como seja a minha relação, não com a Suécia (essa é de amor verdadeiro e conhecido), mas com as cidadãs nacionais daquele país quando apresentadas sem roupa e com as coxas em ângulo recto. Isto mais coisa menos coisa.

A tese bosniana (excessivamente exegética) pressupunha que eu, pobre coitado, fosse portador de algum conhecimento diferenciado e iniciático sobre as nórdicas conas, de molde a que as pudesse, desde logo, comparar com as meridionais que melhor conhecemos e, logo após, aferir do postulado de que não é preciso educação sexual para ganhar o ‘atestado do instituto de soldadura e qualidade’ quando se trabalha em ‘solo’ estrangeiro.

Fica o BOS desde já informado que, ao nível da racha, do que este que aqui se subscreve sabe, as gajas não têm Pátria. Tanto se pode curtir com uma etarra basca como dar por mal empregue o tempo que se gasta com um russa soviética. Uma beta da quinta avenida pode ser uma má foda, mas uma Opus Dei portuga convertida ao Cais do Sodré pode ser uma boa queca. As mulheres, meu caro amigo, cada vez dependem menos do nosso equipamento e da nossa lábia. Jogam à bola sem que o nosso apito arbitre. Mas como fogem tanto à verdade como um Olegário Benquerença, havemos de andar até ao fim dos nossos dias à procura do verdadeiro orgasmo feminino. Que, estou convencido disso, só a elas pertence. Se elas quiserem, depende de nós. Se não quiserem… batatas.

Dito isto, não se pense que fujo à questão. A educação sexual não adianta nada à boa onda fodilenga. Quando, com 11 anos, apalpei os biquinhos da Zezinha, não tinha nenhuma educação sexual por perto. Quando, com 16, fui à Suíça e vim, não tinha nenhuma experiência científica. E por aí adiante.

A educação sexual não serve para nada. Quando muito para ensinar as mulheres a não dizerem sempre que 'não' e os homens a não se tornarem violadores. Mais do que isso, duvido.

Mas há uma coisa em que a educação sexual pode ajudar. Se conseguir convencer as mulheres (principalmente as adolescentes - campeonato em que já não jogo) de que foder faz bem à asma e à musculatura das pernas, então venha ela.

A melhor queca da minha vida de solteiro (depois de casar não há nada para contar ou, se o há, eu não conto) foi uma garota fininha, de mamas 32-A, com farfalhuda barbicha, daquelas que a vox populi conta estarem sempre a pensar na pintura do tecto enquanto se cumpre a função. Cheguei à conclusão, nesse dia, que mesmo sem amor uma queca que se preze precisa tanto de orgasmo simultâneo como um enterro precisa de uma viola. Para que conste: do meu ponto de vista, a gaja tem que ser boa e apertada. Se não se vier que se foda! É triste mas é a pura verdade.

E agora as suecas.

A diferença das suecas – digo suecas, não nórdicas, porque as norueguesas são umas bimbas, as dinamarquesas são umas putas e as finlandesas são umas bêbadas (lato sensu) – não está no corpo ou na educação sexual. A diferença das suecas está em que são gente do melhor. Basicamente, quando gostam do que vêem e ouvem, não pensam se ‘aquilo’ lhes dá segurança ou se vai desatar a falar delas no café ou se lhes vai pôr os cornos no dia seguinte ou se será bom Pai para os seus filhos. Pensam, apenas, se será boa ideia comê-los. Sem lascívia em demasia. Apenas com naturalidade. Com a ideia posta no tratante, meia de gozo clitorístico, meia de 'acho-te o máximo como macho'.

Para que conste: não conheço gaja que melhor faça o mix disto tudo tudo que uma sueca que se preze.l

Sexo. Coisa boa. Ponto final.

Pensando bem, haverá coisa mais natural do que uma mulher e um homem acharem que devem tirar a roupa e penetrar-se mutuamente (eu disse, mutuamente)?

Não há.

Viva a Suécia. Sem educação sexual!

(Helena, Rebecca, Inge, Ulrike, Ann-Marie....)

6 Comments:

Nestas coisas fazes-me lembrar a teoria do copo d'água do Mao Tsé Tung. Tens sede, tomas água. Quanto ao sexo, há é que descarregar os tintins.
Poeta Clarque, és uma contradição ambulante...

By Blogger PluribusUnum, at Maio 21, 2005  

Não concordo. Não acredito. Um dia faço um post sobre isso...

By Blogger AS, at Maio 21, 2005  

Pluribus, eu sei que sou contraditório, mas neste caso não entendo.

AS, não acredita em quê? Aliás, faço-lhe a pergunta ainda hoje.

By Blogger clark59, at Maio 21, 2005  

Obrigadinho pela resposta. Mas "O BOS e as suecas" é título abusivo. Nunca conheci nenhuma. A sério! Nunca calhou.

By Blogger BOS, at Maio 21, 2005  

Cada um entende o sexo como quer e sente...

Se todos pensassem o mesmo, que desgraça seria...

Um bom domingo :-)

By Anonymous Menina_marota, at Maio 22, 2005  

"... a gaja tem que ser boa e apertada. Se não se vier que se foda! É triste mas é a pura verdade."

Ora nem mais.
:-)

By Blogger alex, at Maio 23, 2005  

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Comments:
Nestas coisas fazes-me lembrar a teoria do copo d'água do Mao Tsé Tung. Tens sede, tomas água. Quanto ao sexo, há é que descarregar os tintins.
Poeta Clarque, és uma contradição ambulante...
 
Não concordo. Não acredito. Um dia faço um post sobre isso...
 
Pluribus, eu sei que sou contraditório, mas neste caso não entendo.

AS, não acredita em quê? Aliás, faço-lhe a pergunta ainda hoje.
 
Obrigadinho pela resposta. Mas "O BOS e as suecas" é título abusivo. Nunca conheci nenhuma. A sério! Nunca calhou.
 
Cada um entende o sexo como quer e sente...

Se todos pensassem o mesmo, que desgraça seria...

Um bom domingo :-)
 
"... a gaja tem que ser boa e apertada. Se não se vier que se foda! É triste mas é a pura verdade."

Ora nem mais.
:-)
 
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