domingo, março 27

Coisas importantes

Nada como começar a Primavera com ideias boas, afastando ao mesmo tempo a mágoa e a temperança.

Dito isto, vamos falar de conas.

Não se trata aqui de lascívia. Trata-se de enumerar, o mais cientificamente possível, as variedades das 'ditas'. Penso que este trabalho está por fazer.

Antes de mais, gostaria que ficasse claro que sinónimos são sinónimos. Ratas, pachachas, conas, buracas, pipis ou vaginas são a mesma coisa. Posta de parte a hermenêutica, vamos a isto.

1 - A ‘dita’ adiantada: É a mais vulgar. Muitas mulheres têm um hiato alargado entre a entrada de Vénus e o cu propriamente dito. O resultado é, por vezes, a dificuldade em se virem com uma queca normal. A vantagem é que aturam bastante bem investidas traseiras. Quando grávidas, têm prazer duplicado em serem penetradas de lado. Há vantagem em pô-las por cima e dedilhar-lhes o espaço em branco.

2 - A ‘dita’ atrasada: É do melhor que há, embora seja raro ver-se. Com a 'dita' perto do cu, as mulheres assim eleitas têm tendência para vir-se em qualquer situação. São as que mais contabilizam orgasmos, mesmo na situação de missionário. São também óptimas para impalações duplas. Quem apanhar uma destas deve tornar-se fiel. A versão 'traz um amigo também' não está fora de causa.

3 - A 'dita' longa: Na juventude não há problema. O trajecto que relevam é fácil e orgasmático. O pior é depois de certa idade. A 'dita' longa tende a lassar com o tempo e não há caralho que as foda. Requer instrumento bastante ou muito go arround and arround.

4 - A 'dita' curta: Ao contrário do que dizem, não é sinónimo de orgasmo. Muitas vezes a 'dita' curta tem que ver com falta de apetência da gaja. Mas normalmente proporciona uma boa queca, se o cliente não for daqueles que só se sente com boa gente. E é bonita à vista.

5 - A 'dita' com as bordas de fora proeminentes: Pouco vulgar. Interessante à vista, é do melhor para macho que gosta de preliminares. Indica fêmea sadia e não arredia, que fode com quem quer que seja. É ideal para puta.

6 - A 'dita' com as bordas de dentro proeminentes: Vulgaríssimo. É esposa por certo, tanto se lhe dá que se venha como se não venha. Má queca. Mas é mulher para toda a vida. Os jovens muito jovens não notarão a diferença.

7 - A 'dita' com o clítoris a apontar para baixo: Boa ideia. Mesmo que as bordas não sejam fáceis, este género vem-se sempre. É aconselhável um minete antes.

8 - A 'dita' com o clítoris a apontar para cima: Só acessível a grandes 'instrumentos'. Mas é a melhor queca de todas. Obviamente, nunca ninguém se casou com uma senhora destas. Nem elas precisam.

9 - O ponto G da 'dita': Ele existe. Não é em todas, mas existe. Fica, as mais das vezes, num meridiano atrás do clítoris, sendo fácil de encontrar se se meter o dedo exactamente onde a língua não atinge.

10 - A falta de óleo da 'dita': É do pior. A gaja quer mas não pode. É o equivalente à impotência masculina. Só não se deve rejeitar se for amor verdadeiro. Tem, normalmente, resolução positiva após várias tentativas.

11 - A depilação deficiente da 'dita': Muitas mulheres acham que, com a idade, os pêlos vêm. Asneira. Pêlos é coisa de homem, mulher deve estar sempre razoavelmente rasurada. Um erro abissal, mesmo nas mais experimentadas, é rasurarem a 'dita' nos contornos labiais e esquecerem que pêlo não toca na parte setentrional da geografia. Viva o clitoris livre!

E com isto me vou. Espero ter dado uma contribuição útil para a compreensão de uma tão pouco estudada parte do corpo humano.

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