sábado, fevereiro 19

Líbano



O Líbano – um país que, se fosse caso disso, era, em termos teóricos, muito mais candidato a integrar a União Europeia do que, por exemplo, a Turquia – continua debaixo de fogo. Porque a sua população multi-religiosa desde sempre viveu de ódios mútuos? Não. O Líbano era um caso singular de boas relações entre druzos, maronitas, morabitinos, xiitas, etc. Era, também, um próspero pequeno País, habituado a fazer a ligação entre Ocidente e Oriente, seguindo a cartilha genética implantada pelos seus avós fenícios. Mas o Líbano calhou ser isso mesmo: um País pacífico e próspero encravado entre beligerantes ferozes como são os estados de Israel e da Síria. Calhou a vez agora ao primeiro-ministro Rafic Hariri, assassinado durante a semana que agora termina. Fala-se pouco da tragédia libanesa incrementada por forças estrangeiras. Aqui fica o meu testemunho.

1 Comments:

Bem haja pela lembrança, neste país de horizontes curtos poucos ligam ao que se passa para lá da (porosa) fronteira.
Outra lembrança:
http://santosdacasa.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/morte_de_hariri.html

By Blogger Flávio Santos, at fevereiro 21, 2005  

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Bem haja pela lembrança, neste país de horizontes curtos poucos ligam ao que se passa para lá da (porosa) fronteira.
Outra lembrança:
http://santosdacasa.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/morte_de_hariri.html
 
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