segunda-feira, fevereiro 7
Este é meu
Pudesse amiúde ser enorme como um mar
Eu sofreria não a ideia que padece
Mas a conquista que a todos nos faz vibrar
Cantaria outrossim a liberdade
Ou a coragem de estar pronto para a ideia
Outrossim me escolhem a vaidade
E uma Pátria em quietude, mais que meia
Não me dão conta de um País em sobressalto
Mostram-me gente aquietada a um quase nada
Se ao menos esta vida onde o oculto
Pudesse ser menor que a vida dada
Tenho por aqui mil ecos de defuntos
Sem eco me escuso perante os homens
Eu digo e eles negam o que eu digo
Não entendem, não querem, não resolvem
5 Comments:
Que máximo...voto em ti,posso?que giro se calhar posso,ah!ah!
Vou voltar aqui,para ler tudo ,nas linhas e nos espaços...agora tenho que estudar,dna,perfis,pistas,coisas...mas vou voltar aqui,és um must!
By , at fevereiro 08, 2005
Eu sou um must... e tu és anonymus porquê?
By clark59, at fevereiro 08, 2005
Ah! Hoje consigo comentar! (Ontem tentei mas não deu) :)
Vim dizer o que já disse lá - conta comigo, claro.
Gosto do teu poema. É clássico sem o ser, possui uma crueza fonética que não lhe permite sê-lo.
Já nos livrámos do carnaval - eu não gosto nada, estou contentíssima... (mas ainda faltam as eleições, por isso não estamos livres dos mascarados!!)
By Fata Morgana, at fevereiro 08, 2005
Achas que tenho pachorra para escrever tudo e um par de botas,sim,porque me dá um erro e falta isto e o outro,não gosto desta "coisa" a encanitar-se comigo,assino no fim,é perguiça só ou sou naba,tudo bem,hei-de deixar de ser!
Ando a estudar genética forense,um pincel, falo-vos disso,combinado?
Sou a Isabel(juro que sou),só vim em minha defesa.
By , at fevereiro 08, 2005
Fata, obrigado.
Isabel, e eu conheço-a? Tem blog? É comentadora habitual? Pode especificar melhor de quem se trata? Nós aqui gostamos de tratar bem toda a gente e o anonimato não contribui para isso.
By clark59, at fevereiro 09, 2005
Vou voltar aqui,para ler tudo ,nas linhas e nos espaços...agora tenho que estudar,dna,perfis,pistas,coisas...mas vou voltar aqui,és um must!
Vim dizer o que já disse lá - conta comigo, claro.
Gosto do teu poema. É clássico sem o ser, possui uma crueza fonética que não lhe permite sê-lo.
Já nos livrámos do carnaval - eu não gosto nada, estou contentíssima... (mas ainda faltam as eleições, por isso não estamos livres dos mascarados!!)
Ando a estudar genética forense,um pincel, falo-vos disso,combinado?
Sou a Isabel(juro que sou),só vim em minha defesa.
Isabel, e eu conheço-a? Tem blog? É comentadora habitual? Pode especificar melhor de quem se trata? Nós aqui gostamos de tratar bem toda a gente e o anonimato não contribui para isso.
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