quarta-feira, dezembro 1
Restauração
‘Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação
A fé nos Campos de Ourique
Coragem deu e valor
Aos famosos de ‘40’
Que lutaram com ardor
Prá frente, prá frente
Repetir saberemos as promessas de 40
Avante, avante
É a voz que soará triunfal
Vá avante mocidade
De Portugal’
PS. - Garanto que isto com música fica muito mais giro
1 Comments:
Se não fossem esses, "os de 40", seríamos hoje espanhóis, ganharíamos mais do dobro do que ganhamos, tínhamos direito a sesta e seríamos uma região autónoma num país grande (que é também um grande país) da Europa. Uma região autónoma é o que somos de facto, cada vez mais.
Às vezes surpreendo-me a mim próprio a perguntar se "os de 40" (um dos quais a minha avó paterna, estudiosa de genealogia, afiançava ser nosso xis-avô) não terão feito grossa asneira...
Por absoluta coincidência (nem me lembrei que era 1 de Dezembro, o que me levou a fazê-lo foi a curiosidade espanhola sobre a queda do governo) comprei o El Pais de hoje.
A demissão do santânico governo é tema de um artigo muito correcto que ocupa pouco menos de meia página 5 (com uma fotografia do Santana a coçar o nariz na conferência de Imprensa de ontem). O resto da página é publicidade, excepto meia coluna sobre os problemas das tropas francesas na Costa do Marfim).
Primeira constatação: ainda estamos na secção "Internacional" do El Pais.
Segunda constatação: a página 5 não é nada mau.
Porquê? Porque o Internacional do El Pais vai da página 2 à 10. As páginas 2 e 3 são dedicadas às libertações de dissidentes em Cuba (perfeitamente compreensível), a 4 vai para a crise na Ucrânia, a mais importante questão a nível internacional. Por isso a pág. 5 não é nada mau.
Estamos à frente das negociações EU/Turquia e a situação na Rep. Checa e em França quanto ao referendo sobre a Constituição Europeia (pág. 6) a greve geral na Itália e as negociações do reverendo Paisley com Tony Blair(pág. 8), a demissão do Tom Ridge nos EUA e a situação em Guantânamo (9) e a questão israelo-palestiniana (pág. 10). A pág. 7 é só publicidade.
Nada mau para uma região autónoma...
By PluribusUnum, at dezembro 01, 2004
Às vezes surpreendo-me a mim próprio a perguntar se "os de 40" (um dos quais a minha avó paterna, estudiosa de genealogia, afiançava ser nosso xis-avô) não terão feito grossa asneira...
Por absoluta coincidência (nem me lembrei que era 1 de Dezembro, o que me levou a fazê-lo foi a curiosidade espanhola sobre a queda do governo) comprei o El Pais de hoje.
A demissão do santânico governo é tema de um artigo muito correcto que ocupa pouco menos de meia página 5 (com uma fotografia do Santana a coçar o nariz na conferência de Imprensa de ontem). O resto da página é publicidade, excepto meia coluna sobre os problemas das tropas francesas na Costa do Marfim).
Primeira constatação: ainda estamos na secção "Internacional" do El Pais.
Segunda constatação: a página 5 não é nada mau.
Porquê? Porque o Internacional do El Pais vai da página 2 à 10. As páginas 2 e 3 são dedicadas às libertações de dissidentes em Cuba (perfeitamente compreensível), a 4 vai para a crise na Ucrânia, a mais importante questão a nível internacional. Por isso a pág. 5 não é nada mau.
Estamos à frente das negociações EU/Turquia e a situação na Rep. Checa e em França quanto ao referendo sobre a Constituição Europeia (pág. 6) a greve geral na Itália e as negociações do reverendo Paisley com Tony Blair(pág. 8), a demissão do Tom Ridge nos EUA e a situação em Guantânamo (9) e a questão israelo-palestiniana (pág. 10). A pág. 7 é só publicidade.
Nada mau para uma região autónoma...
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