sábado, novembro 6

DN para sempre

Há quem tenha querido distorcer a maneira de ser do Diário de Notícias. Há quem tenha querido tomar a parte pelo todo. Não vão lá. Os profisssionais do DN não deixam. Continua, se Deus quiser, a ser uma refereênca do País.Para sempre.

5 Comments:

Clap!Clap!Clap! FORÇA!!!!!

Um abração do
Zecatelhado

By Blogger antonio, at novembro 06, 2004  

Os profissionais têm o apoio dos leitores!!!
:))

By Blogger objectiva3, at novembro 06, 2004  

Subscrevo o apoio da objectiva, mas espero mesmo que o DN dê a volta por cima porque, infelizmente, é um jornal que cada vez leio mais depressa... Dêem-lhe com força e muito gás! ;)

By Blogger AS, at novembro 06, 2004  

O DN foi fundado creio que em 1864, no Bairro Alto, ainda o Eça (futuro colaborador) não tinha arribado a Lisboa para habitar o sótão do Jaime Batalha Reis, na Travessa do Guarda-Mor (actual Rua do Grémio Lusitano). Liam-se então por lá saborosos artigos do Herculano e do Castilho. Ainda não haviam chegado em força os 'realistas'... O jornal comemorou o centenário, ainda eu não era nascido, vê lá tu...! Atravessou incólume os anos do fim da monarquia, o regicídio, a revolução republicana, a Grande Guerra, o 28 de Maio, a II Guerra Mundial, o 25 de Abril. Não é de crer que, por força de um governo medíocre e dos lóbis instalados, o DN se transforme no «Povo Livre». Isto passa... A casa, de resto, já viveu piores dias. Como as depurações «saramágicas» em 75, por exemplo. E estou convencido de que quem resiste ao Saramago está condenado à eternidade.

By Blogger Bruno Santos, at novembro 07, 2004  

Tsk, tsk...!!!

By Blogger PluribusUnum, at novembro 07, 2004  

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Comments:
Clap!Clap!Clap! FORÇA!!!!!

Um abração do
Zecatelhado
 
Os profissionais têm o apoio dos leitores!!!
:))
 
Subscrevo o apoio da objectiva, mas espero mesmo que o DN dê a volta por cima porque, infelizmente, é um jornal que cada vez leio mais depressa... Dêem-lhe com força e muito gás! ;)
 
O DN foi fundado creio que em 1864, no Bairro Alto, ainda o Eça (futuro colaborador) não tinha arribado a Lisboa para habitar o sótão do Jaime Batalha Reis, na Travessa do Guarda-Mor (actual Rua do Grémio Lusitano). Liam-se então por lá saborosos artigos do Herculano e do Castilho. Ainda não haviam chegado em força os 'realistas'... O jornal comemorou o centenário, ainda eu não era nascido, vê lá tu...! Atravessou incólume os anos do fim da monarquia, o regicídio, a revolução republicana, a Grande Guerra, o 28 de Maio, a II Guerra Mundial, o 25 de Abril. Não é de crer que, por força de um governo medíocre e dos lóbis instalados, o DN se transforme no «Povo Livre». Isto passa... A casa, de resto, já viveu piores dias. Como as depurações «saramágicas» em 75, por exemplo. E estou convencido de que quem resiste ao Saramago está condenado à eternidade.
 
Tsk, tsk...!!!
 
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