sábado, setembro 25

Bon soir, tristesse

«J'ai toujours aimer tenter le diable»


Ao fim da noite de ontem morreu Françoise Quoirez, mais conhecida por Françoise Sagan. Morreu mais um pedaço da minha vida. Este artigo do Le Figaro dir-vos-á quase tudo sobre ela.
Só não dirá que, se ainda hoje escrevo, a ela em grande parte o devo. Quando, com os meus 15 anos (hélas), li 'Um Raio de Sol na Água Fria' escrevi logo em seguida:

'Sabes? Fecharam a emigração para o pôr-do-sol'

Agora fechou de vez. Também já não vale a pena

3 Comments:

ClarcK aqui soube da notícia aqui deixo as palavras (que preferia nesse idioma que tanto amo e elas tão bem tratavam)“ desmoronou-se uma parte do meu passado e tive a impressão de que começara a minha própria morte” ... “ a minha morte começou já há muito, e habituei-me a ver o meu passado deixar-me. É sem dúvida por me resignar com o meu próprio desaparecimento que aceito também o dos outros. Entenda-se que a morte de algumas pessoas que me são muito queridas quebraria esta indiferença : deixariam na minha existência um vazio que mesmo em imaginação me é dificilmente tolerável.“
Simone de Beauvoir em “Balanço Final”.
Um abraço

By Blogger Fátima Santos, at setembro 25, 2004  

Mas somos felizes. (...) Revejo o Verão e todas as suas recordações. (...) Dentro de mim, sinto subir algo que designo pelo seu nome, de olhos fechados: Bom-Dia, Tristeza.” Sagan

Um abração do
Zecatelhado

By Blogger antonio, at setembro 25, 2004  

"Bonjour tristesse" também faz parte da memória de quem gosta de cinema.O filme baseado nesse romance foi dirigido por Otto Preminger (em 1958),com Jean Seberg(Cecile),Deborah Kerr(Anne)e David Niven (Raymond).Um filme a rever num sofá perto de nós...

By Blogger objectiva3, at setembro 25, 2004  

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ClarcK aqui soube da notícia aqui deixo as palavras (que preferia nesse idioma que tanto amo e elas tão bem tratavam)“ desmoronou-se uma parte do meu passado e tive a impressão de que começara a minha própria morte” ... “ a minha morte começou já há muito, e habituei-me a ver o meu passado deixar-me. É sem dúvida por me resignar com o meu próprio desaparecimento que aceito também o dos outros. Entenda-se que a morte de algumas pessoas que me são muito queridas quebraria esta indiferença : deixariam na minha existência um vazio que mesmo em imaginação me é dificilmente tolerável.“
Simone de Beauvoir em “Balanço Final”.
Um abraço
 
Mas somos felizes. (...) Revejo o Verão e todas as suas recordações. (...) Dentro de mim, sinto subir algo que designo pelo seu nome, de olhos fechados: Bom-Dia, Tristeza.” Sagan

Um abração do
Zecatelhado
 
"Bonjour tristesse" também faz parte da memória de quem gosta de cinema.O filme baseado nesse romance foi dirigido por Otto Preminger (em 1958),com Jean Seberg(Cecile),Deborah Kerr(Anne)e David Niven (Raymond).Um filme a rever num sofá perto de nós...
 
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