quarta-feira, junho 2

Este é meu

E nos confins confins da implenitude me acho só,
À tua espera,
Cientificamente sentado no único lugar a mais
(Que em teu regaço não havia)
Onde o olhar ainda alcança o olhar teu.
Proscrito de teu ventre, nunca!
Apenas afastado por uma espera que me dói.
Mas que pensas?
Que eu de ti desisto antes da morte?

Eu por ti invento um outro tempo depois dela.

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