terça-feira, junho 1
Carta aberta ao Último Reduto
A propósito de uma polémica sobre uma entrevista publicada no Último Reduto (25/05/04), a qual provocou variadíssimos comentários, e que motivou, além do mais, um pedido de desculpas meu (28/05/04), aqui vai a missiva que há pouco enviei ao dono do citado (e distinto) blog.
Caro Pedro:
Já deve ter reparado que, para o bem e para o mal, sou um pouco impulsivo. Por impulso, confundi Paulo Fernando Gonçalves Rodrigues (adiante identificado por nº2), com José Luís Paulo Henriques (adiante identificado como nº1). Já pedi desculpa pública do facto. Mas a asneira, apercebi-me depois, tinha alguma razão de ser. E daí que, de impulsividade em impulsividade, deveria ter tido mais tino (também) no tal pedido de desculpas. É que o mesmo não estava completo. Eu deveria ter escrito que o que me levou a confundir os dois citados cidadãos era a sua aposição conjunta no Acórdão do Tribunal Constitucional 17/94 (publicado em Diário da República de 31/03/94), que a páginas 59 identifica o nº1 como sendo o presidente do Movimento de Acção Nacional (MAN), responsável pelo sector financeiro, elaboração de propaganda, etc., enquanto que o nº2 pertencia igualmente à direcção do citado movimento, mas com a pasta da orientação política e propaganda. E, a páginas 64 da mesma publicação, refere que o nº1 e o nº2 foram os únicos reclamantes do processo então em curso, o qual se debruçava sobre a anti-constitucionalidade do MAN, por alegada defesa da ideologia fascista e outras coisas que a mim bem pouco me interessam.
Por isso, agradecia que, se acaso conhecer os seus comentadores Mendo Ramires e Zé-do-Manguito, lhes fizesse chegar este meu pedido de desculpas adicional. Mais a mais, confundir um cabeça-de-lista (o nº2) com o 12º da lista (o nº1) não é coisa de que um oficial do meu ofício se possa gabar.
Com os melhores cumprimentos, e esperando continuar a lê-lo com a vivacidade (esqueça o jornalismo...) e a inteligência a que quase sempre me habituou,
Clark59
Caro Pedro:
Já deve ter reparado que, para o bem e para o mal, sou um pouco impulsivo. Por impulso, confundi Paulo Fernando Gonçalves Rodrigues (adiante identificado por nº2), com José Luís Paulo Henriques (adiante identificado como nº1). Já pedi desculpa pública do facto. Mas a asneira, apercebi-me depois, tinha alguma razão de ser. E daí que, de impulsividade em impulsividade, deveria ter tido mais tino (também) no tal pedido de desculpas. É que o mesmo não estava completo. Eu deveria ter escrito que o que me levou a confundir os dois citados cidadãos era a sua aposição conjunta no Acórdão do Tribunal Constitucional 17/94 (publicado em Diário da República de 31/03/94), que a páginas 59 identifica o nº1 como sendo o presidente do Movimento de Acção Nacional (MAN), responsável pelo sector financeiro, elaboração de propaganda, etc., enquanto que o nº2 pertencia igualmente à direcção do citado movimento, mas com a pasta da orientação política e propaganda. E, a páginas 64 da mesma publicação, refere que o nº1 e o nº2 foram os únicos reclamantes do processo então em curso, o qual se debruçava sobre a anti-constitucionalidade do MAN, por alegada defesa da ideologia fascista e outras coisas que a mim bem pouco me interessam.
Por isso, agradecia que, se acaso conhecer os seus comentadores Mendo Ramires e Zé-do-Manguito, lhes fizesse chegar este meu pedido de desculpas adicional. Mais a mais, confundir um cabeça-de-lista (o nº2) com o 12º da lista (o nº1) não é coisa de que um oficial do meu ofício se possa gabar.
Com os melhores cumprimentos, e esperando continuar a lê-lo com a vivacidade (esqueça o jornalismo...) e a inteligência a que quase sempre me habituou,
Clark59