quarta-feira, abril 14

Das flores

Um amigo meu, que gosta do 25 de Abril, leu no blog Nova Frente ('sorry', só vou aprender a fazer ligações/links lá para quinta-feira), leu, dizia, um poema de um cultor menor da Arcádia, que era utilizado pelo dono do sítio em causa como anacronismo para brincar com os cravos, que como se sabe fazem parte da 'pop' da data.
Para que não digam que não falei das flores, vai a seguir uma parte de uma peça poética da autoria desse meu amigo. É que, já agora, os que pensam Portugal (chamem-se-lhe nacionalistas ou outra coisa qualquer) não correm todos o perigo de se candidatarem nas listas do PSD e do PP, ou de terem como predicado político o horror por aqueles que o fazem. Mas acho bem que os que correm nessa margem tentem, entre si, delimitar as águas. Não se esqueçam é de que margens há duas. Isto para não falar dos deltas. Ou melhor, dum ponto de vista cínico, quanto mais tarde se lembrarem...

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