sexta-feira, março 26
O sr. engenheiro
Em Portugal, quando se fala do sr. Engenheiro, está-se quase sempre a aludir ao ‘cromo’ do Herman José, que pretendia realizar a Expo no Norte, mas que, vai não vai, mal chegou a Lisboa para pedir um subsídio, ficou mais alfacinha que os ditos. Toda a gente conhece um morcão ensaiado de mouro, e por isso esta parte da prosa fica já por aqui.
Para além das alegorias, o sr. Engenheiro pode ser também o Jardim Gonçalves, homem de ofício dedicado, que às bancas disse pronto. Ou o Belmiro de Azevedo, que em se levantando da terra logo o lucro lhe bate ao céu.
Mas o sr.engenheiro de que aqui se trata é outro. Trata-se de um relapso bem-criado, homem de cartão socialista, que à espera de um mundo melhor cristão, uma vez por todas foi primeiro-ministro. Esse coiso é indicado, em meios quase do género, como o António-que-fica-bem-para-presidente, numa óptica socialista falando. Do desespero férreo e do despautério costa não se tratará aqui. Só da (má) índole do personagem.
O coiso em causa é um fugitivo, que ao Richard Kimble faria inveja. Mal viu o ensaio de fuga, por interpostas eleições autárquicas, deu às de Vaz Pinto, que o mesmo é dizer, às de «vila diogo», e deixou órfão um partido que erradamente julgava que tinha Pai. É esta uma boa parte do currículo que ele mostra para ensaiar o ‘okupa’ do Palácio do Jorge.
Mas não chega. O coiso de nome António é também um político de meia-
-hora ou não hora. Fontes próximas do inenarrável manifestaram a inconfidência de ser o António homem clisóstomo capaz de viver em terra e no mar, por mais que Cimpor se imponha e radares de costa se juntem a Junqueiro. Dois milhões o ouçam, com ou sem Teixeira. E mais: Duarte que o tenha!
António tem, finalmente, um fundo profundo que o não recomenda. É gordo! E é tólico, o que não é o mesmo que ser católico, para quem acordou para o terço num dia diluvioso sem Noé, algures entre Salvaterra de Magos e o Vaticano segundo a sua melhor Luísa.
Isto visto, António-em-presidente, que Deus o tenha, não é o primeiro em nada. É uma fonte de retardo, de incompletude assimétrica, de Santa Maria sem porto, de pernas sem ter andar. Não consta. Por isso morre sem ter nascido. Tal é a lacre vingança sobre quem de aborto fala. Mas isso é (já) uma outra história.
Para além das alegorias, o sr. Engenheiro pode ser também o Jardim Gonçalves, homem de ofício dedicado, que às bancas disse pronto. Ou o Belmiro de Azevedo, que em se levantando da terra logo o lucro lhe bate ao céu.
Mas o sr.engenheiro de que aqui se trata é outro. Trata-se de um relapso bem-criado, homem de cartão socialista, que à espera de um mundo melhor cristão, uma vez por todas foi primeiro-ministro. Esse coiso é indicado, em meios quase do género, como o António-que-fica-bem-para-presidente, numa óptica socialista falando. Do desespero férreo e do despautério costa não se tratará aqui. Só da (má) índole do personagem.
O coiso em causa é um fugitivo, que ao Richard Kimble faria inveja. Mal viu o ensaio de fuga, por interpostas eleições autárquicas, deu às de Vaz Pinto, que o mesmo é dizer, às de «vila diogo», e deixou órfão um partido que erradamente julgava que tinha Pai. É esta uma boa parte do currículo que ele mostra para ensaiar o ‘okupa’ do Palácio do Jorge.
Mas não chega. O coiso de nome António é também um político de meia-
-hora ou não hora. Fontes próximas do inenarrável manifestaram a inconfidência de ser o António homem clisóstomo capaz de viver em terra e no mar, por mais que Cimpor se imponha e radares de costa se juntem a Junqueiro. Dois milhões o ouçam, com ou sem Teixeira. E mais: Duarte que o tenha!
António tem, finalmente, um fundo profundo que o não recomenda. É gordo! E é tólico, o que não é o mesmo que ser católico, para quem acordou para o terço num dia diluvioso sem Noé, algures entre Salvaterra de Magos e o Vaticano segundo a sua melhor Luísa.
Isto visto, António-em-presidente, que Deus o tenha, não é o primeiro em nada. É uma fonte de retardo, de incompletude assimétrica, de Santa Maria sem porto, de pernas sem ter andar. Não consta. Por isso morre sem ter nascido. Tal é a lacre vingança sobre quem de aborto fala. Mas isso é (já) uma outra história.